terça-feira, 4 de outubro de 2011

Angelina Jolie e Brad Pitt brincam de paintball com o filho mais velho


Angelina Jolie Brad Pitt brincaram de paintball com o filho mais velho, Maddox, no domingo (2), na Inglaterra. O trio foi fotografado com roupas de guerra camufladas, capacete e armas de tinta no campo de paintball localizado em Surrey, próximo às locações do novo filme do astro de Hollywood, "World War Z".

O filho mais velho do casal recentemente acompanhou Jolie nas aulas de pilotagem. Fascinado por paintball e avião, o menino parece estar sendo bastante agradado pelos pais famosos. Além de Maddox, Jolie e Pitt possuem mais cinco filhos; PaxZaharaShilohVivianne e Knox Leon.






segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Imperatriz tem duas arenas para a prática do Paintball





Ação, diversão e adrenalina. Isso é o que motiva as pessoas a praticarem o paintball, entretenimento disponível na cidade. Em Imperatriz há duas sedes do esporte, segundo o proprietário do Gaditas Paintball, Jefferson Chaves, que há seis meses trabalha com esse esporte.

A brincadeira é em equipe. A intenção é combater o oponente com tiros usando o marcador de ar comprimido ou CO2. Na medida em que os adversários são atingidos, suas roupas são marcadas com tintas de cores diferentes e sem causar lesão corporal, mas no jogo, no ato do ataque, se alguém for atingido é considerado “morto”.

O professor de Educação Física, Jachson Gomes da Silva, que é um praticante assíduo, descreve o local da brincadeira. “Uma arena com obstáculos, onde os competidores se escondem e atiram um contra o outro, com bolas de tintas coloridas”. Para ele a sensação de estar ali se escondendo, atirando em alguém e sabendo que ninguém vai se machucar é muito boa.

Regras

As regras do jogo em geral, são definidas pelas equipes. A escolha de sair ou permanecer na arena de combate depois de ser almejado pela bolinha de tinta (munição da arma) é decidida pelos participantes. Mas, esta regra não foi adotada pelo grupo de amigos que foi ao Gaditas Paintball no último sábado, 17 de setembro, se divertir, que apesar de serem marcados pela tinta das bolinhas, não saiam da brincadeira. Quem também gosta muito da adrenalina do jogo é Breno Sousa, que pratica Paintball pela emoção que a brincadeira proporciona.

Geralmente são grupos de amigos que se reúnem em torno de 10 pessoas. De acordo com Jefferson, crianças a partir de oito anos de idade podem brincar, contando que a equipe tenha a mesma faixa etéria e que os jogadores estejam acompanhados aos pais ou responsáveis, pois o esporte não estimula à violência, acrescentou.

Jefferson costuma receber mais jogadores no fim de semana, pois é o momento de aproveitar o descanso, já que de segunda-feira à sexta-feira os praticantes estão trabalhando. Mas, durante a semana também há a prática do esporte.

O equipamento do Paintball é composto por: capacete, colete de proteção, marcador de ar comprimido (a arma do jogo) e bolinhas de tinta. É preferível trajar camisa de mangas cumpridas e calça jeans na hora da prática.

O proprietário do Gaditas Paintball, diz que a sede está aberta para todos que queiram praticar um esporte diferente e com muita emoção. “É só formar um grupo, que pode ser composto por ambos os sexos”. O custo por rodada é R$ 15 por pessoa. Quem tiver interesse é só ligar: 8818-4973 ou 8816-6643.

Tentamos fazer contato com o outro clube de paintball da cidade, mas não obtivemos sucesso

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Empreendorismo revitaliza morro Dona Marta

Paintball, brincadeira de guerra simulada, atrai turistas que visitam a comunidade no Rio de Janeiro que foi a primeira a contar com Unidade de Polícia Pacificadora (UPP)

 

 

 

Da Agência Sebrae de NotíciasA comunidade, que há tempos era dominada pelo tráfico, hoje pacificada, só tem violência simulada. Para quem visita o Morro Dona Marta, no bairro de Botafogo, zona sul carioca, o paintball é hoje fonte de diversão para moradores e visitantes do local. Praticado em países do mundo todo, por cerca de 15 milhões de pessoas, o jogo consiste em tomar o território de outra equipe. “Gosto muito de participar por causa da emoção”, resume Lanca Maria da Silva Paiva, de apenas 15 anos, moradora do Dona Marta. O amigo Gabriel Martins, 21 anos, completa: "É uma disputa diferente, muito legal". 

Protegidos por colete e capacete, os participantes avançam, superando obstáculos e com tiros de bolinhas de tinta colorida, marcam o adversário atingido. Com vista privilegiada para o Cristo Redentor e a lagoa Rodrigo de Freitas, este campo, primeiro da zona sul carioca, tem atraído cada vez mais esportistas e turistas. A idéia foi do morador e praticante do paintball, André Luiz do Nascimento, 42 anos, que abriu o espaço em janeiro deste ano com a indenização que recebeu do último emprego como motorista de van escolar. 

“É uma versão da antiga brincadeira de mocinho e bandido. A violência está na cabeça das pessoas. O tiro ao alvo, por exemplo, é considerado esporte e praticado com arma de verdade. Uma pessoa com boa formação pode ter uma metralhadora nas mãos que não faz nada. Para um bandido, basta um canivete para atacar”, diz André. 

A favela Dona Marta foi a primeira a receber a Unidade de Polícia Pacificadora (UPP), em dezembro de 2008, que marcou o início da retomada pelo Estado, de territórios antes dominados pelo tráfico de drogas. Ainda assim, antes de abrir o negócio, André conta que decidiu consultar a então capitã da Polícia Militar e comandante da UPP, Pricilla Azevedo. Recebeu dela uma resposta curta e direta: “O que tem no asfalto, pode ter no morro”. 

“A pacificação trouxe igualdade e também deveres e, por isso mesmo, fiz questão de me legalizar como Empreendedor Individual. Todo mundo aqui vivia de gato (ligação clandestina) para ter TV a cabo, luz e água. Como empresário, tenho até mais respeito por mim mesmo porque agora pago impostos. Antes, nem tinha conta corrente, porque o salário que eu ganhava ia logo embora. O paintball também ajuda a comunidade porque as pessoas vendem água, refrigerante e lanche para os visitantes”, diz ele. 

O campo funciona aos sábados, domingos e feriados e menores de 16 anos precisam de autorização dos pais ou responsável. Por duas horas de jogo, mais aluguel do equipamento, cada participante paga uma taxa de R$ 15,00 e morador, apenas R$ 8,00. Mesmo com valor abaixo do que é cobrado em outros lugares, André ganha cerca de quatro vezes mais do que recebia no antigo trabalho. Cauteloso, ele anota entrada e saída de dinheiro em um livro-caixa e reserva um terço do faturamento para empresa, dinheiro destinado ao fundo de reserva e investimento. “Tenho um bom tino para negócios, mas pretendo fazer cursos para aprender mais. Quero levar o paintball para outras comunidades pacificadas”.